Açúcares simples


O termo açúcar é popularmente utilizado para se referir ao açúcar de mesa, ou sacarose. Porém, como
destaca Philippi (2003), a denominação açúcar se refere a carboidratos simples, tanto monossacarídeos como dissacarídeos.


Monossacarídeos: Não necessita sofrer nenhuma transformação para serem absorvidos pelo organismo. Ex: Glicose ou Dextrose, Frutose e Galactose.

  •  Glicose: É a forma de açúcar comumente encontrada na corrente sanguínea. A glicose é oxidada nas células para fornecer a energia que é armazenada no fígado e músculos na forma de glicogênio.


  • Frutose: É o açúcar das frutas, mais doce de todos os monossacarídeos. Sua doçura varia conforme a fruta amadurece, ela se torna mais doce porque a sacarose se transforma em glicose e frutose. É encontrado nas frutas e mel.


  • Galactose: É o açúcar do leite. Não é encontrado livre na natureza. Combina-se com a glicose para formar lactose. É obtida através da hidrólise (quebra) da lactose durante o processo de digestão. Está presente no leite e em outros produtos lácteos. 



Dissacarídeos: Açúcares duplos, isto é, a combinação de açúcares simples, podendo sofrer desdobramento por meio da ação de enzimas. Ex: Sacarose, Lactose e Maltose.

  • Sacarose = Glicose + Frutose: É o açúcar comum de mesa. Provém dos vegetais e é encontrado no açúcar de cana, no açúcar da beterraba, no açúcar da uva e no mel.


  • Lactose = Glicose + Galactose: É o açúcar do leite. Produzido exclusivamente nas glândulas mamárias dos lactantes. É formada pelos mamíferos através da glicose para suprir o componente carboidrato do leite durante a lactação.


  • Maltose = Glicose + Glicose: É o açúcar do malte. Não é encontrado livre na natureza. É obtido através os processos de digestão por enzimas que quebram as moléculas grandes de amido em fragmentos de dissacarídeos, os quais são convertidos em duas moléculas de glicose para facilitar a absorção. É obtida pela indústria através da fermentação de cereais em germinação, tais como a cevada, produzindo etanol (álcool) e dióxido de carbono.










Referências:



PHILIPPI, S.T. Nutrição e técnica dietética. Barueri: Manole, 2003.


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